Párocos

Párocos de TabuaçoInformações
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Pe. António Soares Martinho
 1861 (?) –  1882
Segundo o Livro de Assentos, n. 14, fls 5vs-6, morreu no dia 15 de agosto de 1882, com 55 anos de idade, era abade e arcipreste, natural de Tabuaço, filho de Luís Soares Martinho e de Maria Soares. Foi sepultado em jazigo próprio no cemitério de Tabuaço.
Pe. João António Ribeiro Nobre
1900
No livro Seminário e Seminaristas de Lamego há uma referência a João António Ribeiro Nobre, natural de Távora. Um dos 4 alunos distinguidos em direito (cadeira de instituições canónicas), em 1861.
Pe. Álvaro de Azeredo Osório
1900 – 1924 (?)
No livro Seminário e Seminaristas de Lamego, diz-se que este padre era natural de Tarouca, nasceu em Arguedeira, a 8 de Agosto de 1877, e foi ordenado padre em 1899. Era chefe político democrático. Amancebado, com filhos, inteligente. Como administrador do concelho perseguia com todos os meios os que não eram do seu partido. Quando morreu o rei D. Carlos, foi de gravata vermelha celebrar pela alma dos três assassinos de D. Carlos, enquanto o Pe. Manuel de Carvalho Pinto, pároco de Távora, celebrou de batina preta pelo monarca.
Segundo o Livro de Assentos da Paróquia, n.º 10, era filho de Miguel Ferreira de Carvalho e de Maria do Espírito Santo e foi sepultado no cemitério público de Tabuaço.
Fundou também o jornal “Ecos de Tabuaço”.
Morreu a 4 de outubro de 1924. Tinha-lhe sido descoberto um cancro no cérebro.
Pe. António Pereira de Figueiredo
1924 – 1927
No livro Seminário e Seminaristas de Lamego, diz-se que era conservador do registo predial e assumiu a paroquialidade antes de falecer o Pe. Álvaro Osório.
Em 1927 foi para pároco de Castro Daire, sendo nomeado, em 1931, pároco de Almacave.
Foi também confessor no Seminário Maior de Lamego.
Pe. Manuel Ferreira Bastos Caulino
1927 – 1929
Faleceu a 6 de agosto de 1929, com 48 anos de idade, filho de Joaquim Ferreira Santos Caulino e de Leonarda Alves Teixeira, e foi sepultado no Cemitério de Tabuaço, Livro de Assentos, n. 14, fls. 21 vs.
Pe. Manuel Maria de Lacerda Vasconcelos
1929 – 1951
Em 9 de janeiro de 1946 vendeu “a casa velha da Residência” paroquial, situada na rua das Quelhas de baixo, pela importância líquida de 8.868$00. O dinheiro “destina-se para a construção de uma Residência Paroquial”, dizia o Pe. Manuel Vasconcelos.

“O Padre Manuel Maria de Lacerda e Vasconcelos nasceu na Casa da Bica do lugar do Outeiro. Era filho de Cyríaco Mendes de Lacerda e Vasconcelos e de Joana Mendes. A Dona Joana, em 28 de janeiro de 1911, apadrinhou um bebé nascido no lugar da Granja, a quem puseram o nome de João, filho dum casal de latoeiros, Joaquim Gonçalves Novo e Maria Pereira, naturais de Pendilhe, do concelho de Vila Nova de Paiva.
A sua profissão levou-os pelo vale do Paiva até quase ao Porto e, no regresso, acoitaram-se, por algum tempo, em Nespereira, onde o filho nasceu. Essa criança, já em Pendilhe, depois da Escola Primária, entrou no Seminário e veio a ser o Padre João Pereira Gonçalves, que morreu pároco de Vila Cova à Coelheira, em outubro de 1977.
O seu pai, Cyríaco Mendes de Lacerda e Vasconcelos, foi escolhido para Secretário da “Comissão da Construção do Cemitério Paroquial”, presidida pelo Abade Tomé Pinto Cardoso. Depois de concluído e benzido pelo Abade Tomé, foi entregue à Junta da Freguesia, em 31 de julho de 1888 (cfr. Acta, de 31/07/1888).
O Padre Manuel, depois de frequentar o Seminário de Lamego, foi ordenado sacerdote, a 24 de outubro de 1911, por D. Francisco José Vieira de Brito, bispo de Lamego. Começou a paroquiar em Santiago de Piães, mas os tempos eram de forte perseguição à Igreja, que teve os seus bens confiscados e os bispos expulsos das suas Dioceses. Os padres, muitas vezes perseguidos, encostavam-se à família ou ao Povo Cristão, que os defendia dos ataques da escumalha jacobina.
Voltava, muitas vezes, à casa paterna buscar os mantimentos que lhe faltavam para sobreviver e encontrava-se com a sua prima Isaura, que viera fazer companhia ao avô – os avós paternos e maternos eram irmãos – e, como diz o Povo, “o fogo ao pé da estopa, o diabo lhe sopra”, interrompeu a sua missão sacerdotal e foi pai de filhos, que cuidou com amor e responsabilidade.
Em 1929, a pedido do Cónego António Pereira Pinto, sem abandonar a obrigação de cuidar dos filhos – seria um pai desnaturado se os abandonasse – regressa ao serviço pastoral. Foi nomeado Pároco de Tabuaço e, por falta de sacerdotes, de quase todas as Paróquias do concelho. Na época, não era um lugar desejável porque foi paroquiada, durante mais de duas décadas, pelo “Padre Álvaro de Azeredo Osório (…) um dos pés da tripeça jacobina completado pelo Dr. Alfredo de Sousa, em Lamego, e pelo Dr. António de Paiva Gomes, em Moimenta da Beira. Apesar de amancebado e com filhos, mas inteligente, ele era o ídolo para os seus paroquianos, no qual não se podia tocar. Como administrador do concelho, perseguia, por todos os meios, os que não eram do seu partido. (…) Ao saber da morte de el-rei D. Carlos, foi de gravata vermelha celebrar por alma dos três assassinos, enquanto o pároco de Távora, Padre Carvalho Pinto, quase seu conterrâneo, celebrava de batina preta por alma do monarca” (Gonçalves da Costa, in “Seminário e Seminaristas de Lamego”, pág. 408).
Apesar deste antecessor e deste ambiente, o Padre Manuel, com a sua bondade, conquistou a estima e a amizade do povo de Tabuaço, que o alcunharam de “padre moranguinho”, devido ao seu rosto rosado. Admiravam-no pela forma como educava os filhos, como conversava e como passeava com eles.
Muitos dos bens confiscados às Paróquias pelas leis republicanas foram devolvidos, em virtude da Concordata de 1940 entre o Estado e a Igreja. Assim, a residência paroquial de Tabuaço voltou à posse da Paróquia, mas inabitável. O Padre Manuel achou melhor vendê-la e construir uma nova. É o que consta no livro de Atas da Paróquia de Tabuaço: “Em 9 de janeiro de 1946, vendeu a casa velha da Residência paroquial, situada na rua das Quelhas de Baixo, pela importância líquida de 8.868$00. O dinheiro “destina-se para a construção de uma Residência Paroquial”.
Começando a faltar-lhe a saúde, pediu para ser substituído na paróquia e, no fim de julho de 1951, recolhe-se no Seminário de Lamego. O Cónego António Pereira Pinto, que tinha sido coadjutor de Nespereira e conhecia bem a sua família, aconselhou-o a voltar à sua casa paterna, onde os filhos o cuidariam com amor e carinho. E assim foi. Ia celebrar à Igreja amparado pelo filho mais novo até deixar de andar.
Faleceu a 12 de fevereiro de 1963″.
 
Texto do Pe. José Justino Lopes, Rostos nespereirenses.
Pe. António Martins Salvador
1951 – 1958 
Nasceu no Rio de Janeiro, no Brasil, em 3 de junho de 1911.
Veio Para Portugal ainda criança, para Tabosa do Carregal, Sernancelhe.
Terá sido ordenado sacerdote em 2 de agosto de 1937 (?), com 26 anos de idade, depois dos estudos no Seminário Maior de Lamego. Completou a sua formação académica, doutorando-se pela Universidade de Salamanca.
Tornou-se pregador afamado.
Em 10 de março de 1955 – adquiriu a Casa, os anexos e o quintal, a D. Antónia Lopes de Vasconcelos Barradas, para Residência Paroquial, por 210 000$00. O Pe. Salvador é um dos fundadores do Externato de Tabuaço, juntamente com António Soeiro da Costa, tenente da G.N.R. e natural de Carrazedo, freguesia de Pinheiros, com o Dr. Jaime Correia de Sousa, notário em Tabuaço à época. A Residência Paroquial ficou a albergar o 3.º, 4.º e 5.º anos liceais do Externato, sendo que o 1.º e 2.º anos funcionavam no edifício da Escola Macedo Pinto.
Foi Arcipreste de Tabuaço.
Depois sair de Tabuaço e da Diocese de Lamego, serviu como sacerdote na Diocese de Lisboa, tendo sido coadjutor na paróquia de Alcântara 18 ou 19 anos.
Ia também celebrar Missa, várias vezes, sempre que solicitado, à Igreja de Oliveirinha, à de São Nicolau, à de Santa Engrácia, à de Santos, Santa Isabel, Ajuda, Capela de Santo Amaro das Flamengas. No mês de Agosto, mês de férias, celebrava a Santa Missa na Penitenciára.
Era frequentemente solicitado para pregar, tendo ouvintes como Amália Rodrigues, no Sermão do Encontro; várias vezes fez os sermões na Festa de Nossa Senhora do Cabo Espichel.
Ajudava os sacerdotes que solicitavam, também no serviço de confissões e funerais.
Foi diretor e professor no Colégio Lusitano, em Benfica, sócio e professor no Colégio Portugal, na Parede; deu aulas no Colégio de São João de Deus, no Estoril, e na Escola Ferreira Borges.
Faleceu no dia 10 de julho de 2004, em Lisboa.
Está sepultado, como seu desejo, no Cemitério de Benfica.
Pe. Manuel Pinto Afonso
1961 – 1996 
Nasceu a 18 de dezembro de 1915.
Naturalidade: Ferreiros, de Cinfães.
Ordenação Sacerdotal: 7 de julho de 1940.
Falecimento: dia 11 de setembro de 2011, no Hospital de Lamego, aos 95 anos.
Esteve como formador/professor no Seminário Maior por algum tempo, depois de ter sido ordenado, tendo-se tornado uma referência para o atual Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho, que via nele um modelo de sacerdote a seguir.
Foi coadjutor na paróquia de Ferreiros, sua terra natal, tornando-se, posteriormente, pároco de Tendais, Concelho de Cinfães.
Entretanto veio para o Arciprestado de Tabuaço, assumindo as paróquias de Barcos, Adorigo e Santa Leocádia, e colaborando como professor no Externato de Tabuaço. Foi nomeado pároco de Tabuaço, em 1961, assumindo também a direção do Externato de Tabuaço, sucedendo ao Pe. Abel Ferreira Alves.
Segundo D. Jacinto, ao longo da sua vida de sacerdote, manifestou uma grande predileção por Nossa Senhora da Conceição, cuja Festa era um dos momentos mais queridos do pároco e da comunidade, bem como a novena que a precede. Em 8 de Dezembro de 1998, foi benzido o monumento em honra de Nossa Senhora da Conceição, que está sobre a Vila de Tabuaço e que exprime a forte devoção à Padroeira.
Era um homem de oração e reconhecido pregador. Foi Arcipreste de Tabuaço durante muitos anos. A sua dedicação pastoral traduziu-se também no movimento dos Cursos de Cristandade, que tiveram, por sua iniciativa, uma grande implantação em Tabuaço, tornando-se a Residência Paroquial (atual Centro Paroquial) lugar para as reuniões dos cursistas de Tabuaço, mas também de Arciprestados vizinhos.
Como professor, foi-lhe reconhecida a mestria nomeadamente em Português (Língua Portuguesa), mas em outras áreas. Aliás, foi com o propósito de ser um dos professores do Externato que terá sido “puxado” para as paróquias disponíveis no Arciprestado. Até que veio para a Vila e assumiu a direção do Externato, onde muitas pessoas prosseguiram os seus estudos, abrindo portas para o futuro profissional.
Com o Pe. Luís formou a primeira Equipa Sacerdotal da Diocese de Lamego, englobando o espaço pastoral: Tabuaço, Pinheiros, Barcos, Adorigo, Santa Leocádia.
Foi sepultado na sua terra natal, Ferreiros, de Cinfães, no dia 12 de setembro de 2011. Presidiu às Exéquias solenes o Bispo de Lamego, D. Jacinto. Concelebraram o Bispo de Aveiro, D. António, e muitos sacerdotes da Diocese de Lamego, com os familiares e amigos.
Pe. António José Lopes Regadas
1996 – 1999
Natural da paróquia e freguesia de Barrô, no concelho de Resende. Frequentou os dois seminários, de Resende e de Lamego.
Ordenação Sacerdotal: 10 de agosto de 1996, na Sé de Lamego.
Estágio pastoral nas paróquias confiadas ao Pe. Albano Cardoso, Longa, Granja do Tedo, Vale de Figueira e Carrazedo.
Pároco de Tabuaço e de Pinheiros, de setembro de 1996 a 25 de abril de 1999.
Pe. Luís Ribeiro da Silva
1999 – 2000
Nasceu em Magueija a 27 de dezembro de 1933.
Filho de Ismael Ribeiro da Silva e Ester Ribeiro.
Depois do ensino primário, frequentou o Seminário Menor de Resende de onde transitou, em 1953, para o Seminário Maior de Lamego.
Foi ordenado de presbítero no dia 15 de agosto de 1960.
Celebrou a Missa Nova no Lar Sagrado Coração de Maria, em Viseu, e acolitaram o Pe. Brás (diácono) e Pe. João André (Subdiácono). A reflexão coube ao então Cónego Cosme do Amaral, posteriormente Bispo de Leiria-Fátima.
Entretanto foi nomeado pároco de Granjinha, Távora e capelão de Cabriz Tabuaço, onde permaneceu por um curto período de tempo, até ser foi nomeado, em 1962, Capelão Militar para Angola e mais tarde para Moçambique.
A partir de abril de 1975, assumiu a paroquialidade de Barcos, de Adorigo e de Santa Leocádia. Foi Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tabuaço, desde 1986 até ao final do ano de 2022, instituição que dotou de equipamentos para o desempenho das atividades socio-caritativas.
Devido à falta de saúde do então pároco de Tabuaço, Pe. Manuel Pinto Afonso, por decreto do Sr. Bispo de Lamego, foram os dois nomeados co-párocos dos respetivos espaços paroquiais. Desta forma, o Pe. Luís assumiu, conjuntamente, a responsabilidade das Paróquias de Tabuaço e de Pinheiros, entre 1986 e 1996. Por diversas vezes tomou responsabilidade de outras paróquias. Voltou a assumir a paroquialidade de Tabuaço e Pinheiros durante ano e meio por falta de pároco, entre 25 de abril de 1999 e 12 de novembro de 2000.
Em 1990 foi nomeado arcipreste de Tabuaço, durante alguns mandatos, até ao início do ano de 2006.
Com formação e diploma em ensino alargado de Filosofia, Português, Literatura, Latim, Grego, Francês e História, lecionou e propôs a exame vários alunos do chamado ensino doméstico, e por fim foi professor de EMRC na Escola C+S de Tabuaço, durante mais de 20 anos.
Foi capelão hospitalar durante 24 anos e membro da administração do Hospital de Tabuaço após a nacionalização, durante 8 anos, tendo assumindo mesmo a presidência do mesmo conselho de administração. Foi capelão do Lar da Santa Casa da Misericórdia, até foi dispensado da paroquialidade de Barcos, Adorigo e Santa Leocádia, retirando-se para a sua terra natal, Magueija, a partir de 19 de outubro de 2025.
A 15 de Agosto de 2010, celebrou as Bodas de Ouro Sacerdotais, com a presença de vários sacerdotes, entre o atual pároco da sua terra natal, o Pe. Hermínio, e sob presidência de D. Jacinto Botelho.
Sacerdote combativo, procurou contribuir para um concelho mais próspero, desenvolvido e em que as famílias tivessem as condições de bem-estar e trabalho, melhorando a vida das pessoas e a fixação dos jovens. Nesse sentido, além das obras especificamente sócio caritativas, como as diversas valências da Santa Casa da Misericórdia, o compromisso com a Adega Cooperativa de Tabuaço e a fundação da Caixa de Crédito Agrícola de Tabuaço, que dirigiu durante alguns anos.
Para aqueles que o conhecem, sabem como a preocupação pelos outros se efetivava de variadas formas, ajudando na formação, no acesso a diplomas de ensino, no acolhimento de jovens, confiados ao seu cuidado, livrando alguns jovens da tropa, no tempo em que poderiam ser mobilizados para a guerra do Ultramar. O mesmo zelo pelas paróquias, no arranjo de igrejas e capelas, e nos bens patrimoniais com que as foi dotando. A mesma preocupação no zelo pastoral-espiritual, nunca se furtando a momentos de oração, de celebração, de formação, no espaço paroquial e na ajuda aos párocos vizinhos.
No dia do seu funeral, a 23 de março, na celebração Exequial, D. António Couto, enquadrando-nos com a Palavra de Deus, sublinhou o sorriso de criança característico do Pe. Luís, lembrando que quem não se tornar como criança não entrará no reino de Deus. Os salmos cantados, salmos de peregrinação, falam desta nossa caminhada até Deus, até à eternidade. Para Deus todos estão vivos. É a nossa esperança, a nossa fé. O padre Luís foi um lutador por causas, nomeadamente por causas sociais, nem sempre consensual, mas lutador, até ao fim. Nas bem-aventuranças de Lucas, quatro bem-aventuranças, quatro maldições, numa delas se refere “Ai de vós, quando todos os homens disserem bem de vós! Pois o mesmo faziam os seus pais aos falsos profetas”. De facto, o Pe. Luís não era consensual, mas lutou por causas, o concelho de Tabuaço, e as paróquias que lhe foram confiadas, muito lhe pode agradecer. A Deus o confiamos, com o seu sorriso de criança, com a sua alegria e com as lutas que o conduziram até à eternidade.
Pe. Fernando Albano Cardoso
2000 – 2001
Nasceu no dia 23 de abril de 1958 e foi ordenado sacerdote no dia 1 de junho de 1991, assumindo a paroquialidade de Longa, Granja do Tedo, Vale de Figueira e Carrazedo. No ano de 2000, foi formada a Equipa Sacerdotal que se alargava a sete paróquias: Tabuaço, Longa, Granja do Tedo, Vale de Figueira, Pinheiros, Carrazedo e Nagosa.
A partir de 2001, continuou a ser pároco de Longa, da Granja do Tedo e de Vale de Figueira e Nagosa. 
Pe. João Carlos Costa Morgado
2001 – 2005
Nasceu em 9 de fevereiro de 1968. Foi ordenado sacerdote, em 4 de julho de 1992. Foi pároco de Salzedas durante quatro anos, e outros quatro aprofundou os estudos teológicos (patrística e história da Igreja) em França. Regressando à Diocese integrou a Equipa Formadora do Seminário Maior de Lamego, em 2000/2001.
4 de outubro 2001, foi nomeado pároco de Tabuaço, Pinheiros, Carrazedo, em equipa; em 2002, o espaço pastoral alargou-se à paróquia de Távora. Acumulava a responsabilidade do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil, e as aulas no Instituto de Teologia das Beiras. Entre 2005 e 2009, integrou a Equipa Formadora do Seminário Maior de Lamego, como Vice-Reitor. É assistente da Kolping, de Lamego.
D. António Couto, Bispo de Lamego (tomada de posse a 29 de janeiro de 2012) nomeou-o Diretor do Museu e Arquivo Diocesano de Lamego e Pró Vigário Geral da Diocese. É Diretor do Departamento para a Vida e o Ministério dos Presbíteros.
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