Arquivo: Sermon

Domingo XXIII do Tempo Comum – ano C – 2025

A Igreja, a fé, tem muitos rostos e muitos caminhos, tantos quantos as pessoas, assim o afirmava o Cardeal Joseph Ratzinger, em entrevista concedida em 1996 (O Sal da Terra). Jesus é o CAMINHO, a Verdade e a Vida. É o nosso CENTRO, a referência fundamental, o AMOR maior. Mas cada um de nós tem a sua história, os seus dramas, os seus sonhos, cada um de nós sente à sua maneira. Mas se houver um FAROL que nos congregue será mais fácil carregar a nossa cruz. Se nos encaminhamos para o CAMINHO, que é Jesus

Domingo XXII do Tempo Comum – ano C – 2025

A humildade não conflitua com a autoestima. Pelo contrário, quem se valoriza como pessoa, facilmente aceita as suas limitações e insuficiências, não como defeitos de fabrico, mas como contingência inevitável da respetiva humanidade. No plano da fé, a humildade faz-nos reconhecer que não somos deuses, impecáveis, não somos melhores que os outros, somos o que somos, precisamos de amar e de nos sentir amados, de reconhecer os outros como pessoas e de sermos reconhecidos pelo que somos (e pelo que fazemos de bem).

Domingo XXI do Tempo Comum – ano C – 2025

Papa Leão XIV, “não se pode rezar Deus como ‘Pai’ e depois ser duro e insensível para com os outros. Pelo contrário, é importante deixarmo-nos transformar pela sua bondade, pela sua paciência, pela sua misericórdia, para refletir o seu rosto no nosso como um espelho”

Domingo XX do Tempo Comum – ano C – 2025

Eu vim trazer o fogo à terra e que quero Eu senão que ele se acenda? Tenho de receber um batismo e estou ansioso até que ele se realize. Pensais que Eu vim estabelecer a paz na terra? Não. Eu vos digo que vim trazer a divisão. A partir de agora, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois e dois contra três. Estarão divididos o pai contra o filho e o filho contra o pai, a mãe contra a filha e a filha contra a mãe, a sogra contra a nora e a nora contra a sogra».

Domingo XIX do Tempo Comum – ano C – 2025

Os bens são necessários para a sobrevivência e para uma vida com dignidade, mas não são um fim em si mesmo, são um meio para viver, para ser feliz. O que deve prevalecer na nossa vida é a nossa relação positiva com os outros, com o mundo que nos rodeia, com Deus, com generosidade. Os bens que prevalecem até à eternidade são aqueles que nos aproximam uns dos outros e que se baseiam no amor, na justiça, na partilha solidária, no perdão.

Domingo XVIII do Tempo Comum – ano C – 2025

“Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus… fazei morrer o que em vós é terreno”

Domingo XVI do Tempo Comum – ano C – 2025

O cristianismo não é abstrato, mas vivência concreta do Evangelho no meio do mundo, na relação concreta e quotidiana com pessoas de carne e osso, procurando a verdade, a partilha solidária, o compromisso pela justiça, o empenho pela paz, a construção de um ambiente saudável e fraterno, em casa, com a família, com os vizinhos, no local de trabalho, no lazer, proporcionando aos outros bem-estar e alegria.