«A Virgem conceberá e dará à luz um Filho, que será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’». Quando despertou do sono, José fez como o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu sua esposa”.
Domingo III do Tempo do Advento – ano A – 2025
A proximidade da celebração festiva do Natal leva-nos a viver mais intensamente, numa atitude de espera, de preparação e de conversão, mas também de alegria, júbilo, que antecipa esta chegada de Deus ao nosso coração e à nossa vida.
Domingo II do Advento – ano A – 2025
João e Jesus. Advento. A vinda de um prepara a vinda do outro. João vem primeiro, como Precursor, dulcificar os corações para se deixaram cativar por Jesus. Jesus está antes. Junto do Pai, desde sempre. Vem para salvar, para ajuntar, para redimir. Ele batizará no Espírito Santo e no fogo. Vem depois, mas é perante Ele que João Batista (e cada um nós) se prostrará para O adorar.
Domingo I do Advento – ano A – 2025
Percorremos um ciclo completo, de um Advento ao outro. É uma espiral, o círculo quase se fecha, com a solenidade de Cristo Rei, conclusão do ano litúrgico, mas logo outro tempo se apresenta, como dom, em continuidade, pois é um e o mesmo mistério da salvação, morte e ressurreição de Jesus, em cada Eucaristia renovando-nos e renovando a Igreja.
Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo – ano C – 2025
A realeza de Jesus Cristo que hoje temos a dita de celebrar assenta no Amor, na doação por inteiro, na entrega da vida a favor dos outros. É uma realeza frágil, exposta, carente, dependente do acolhimento e da aceitação alheia. Não é imposta e não vive pela força, pelas armas, pela persuasão coerciva, pelo estatuto social, cultural, político ou religioso. Impõe-se unicamente pelo serviço, pelo testemunho, como lâmpada que se acende para irradiar Luz.
Domingo XXXIII do Tempo Comum – ano C – 2025
No final de tudo, o que importa não é o que tenhamos amealhado, produzido, desenvolvido, os títulos que prefixam o nosso nome, o estatuto convencional, mas o amor, a forma como lidámos com o nosso semelhante, com aqueles que Deus colocou na nossa vida e que nos confiou para cuidarmos. Só isso vale, só isso, em definitivo, é decisivo. Claro que, em tudo o que fazemos, podemos e deveremos colocar o melhor de nós para que sejam tradução do amor que Deus nos tem e que traduzimos e concretizamos com os outros.
Dedicação da Basílica de são João de Latrão
Quando não houver espaços sagrados, nem tempos dedicados, deixamos de ser o que somos: pessoas, seres em relação com um mundo que vai além do nosso olhar. Há um mundo interior que nos protege dos outros, quando necessário, e que fundamenta a nossa individualidade, melhor, a nossa identidade. Esta forja-se em dois movimentos: o que nos diferencia e o que nos aproxima dos outros. Somos o que somos no confronto com o que os outros são. Se só existíssemos nós, não saberíamos o que somos, ou quem somos, ou o sentido da nossa estada neste mundo.
Domingo XXX do Tempo Comum – ano C – 2025
A lógica é a da sempre. Na oração e na vida. Na fé e em tudo o que nos liga aos outros, diante de Deus. Humildade. Abertura. Serviço. Amor. Partilha de bens e de dons. Comunhão de irmãos em Cristo Jesus. Ele estará connosco. Até ao fim dos tempos. Sempre que estivermos ao serviço dos irmãos, sempre que em Seu nome nos reunirmos e fizermos o bem.
Domingo XXIX do Tempo Comum – ano C – 2025
E Deus não havia de fazer justiça aos seus eleitos, que por Ele clamam dia e noite, e iria fazê-los esperar muito tempo? Eu vos digo que lhes fará justiça bem depressa. Mas quando voltar o Filho do homem, encontrará fé sobre a terra?
Domingo XXVIII do Tempo Comum – ano C – 2025
O amor exige amor. E o bem realizado provoca a gratidão. A gratidão só é possível partindo da humildade e do reconhecimento do bem que o outro nos faz. Quem agradece abre-se ao dom alheio, disponibiliza-se a valorizar o que recebeu, comunicando. Em muitas situações da vida, o melhor agradecimento está em usar bem o que se recebeu.
