Jesus vive e anuncia o essencial, o que permanece: o reino de Deus, ou o amor que dá vida e permanece para sempre. Mais uma parábola muito sugestiva: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho».
Domingo XXVII do Tempo Comum – ano A – 4 de outubro de 2020
“Havia um proprietário que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e levantou uma torre; depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe. Quando chegou a época das colheitas, mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos”.
Domingo XXVI do Tempo Comum – ano A – 27 de setembro de 2020
«Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’. Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’. Depois, porém, arrependeu-se e foi. O homem dirigiu-se ao segundo filho e falou-lhe do mesmo modo. Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’. Mas de facto não foi».
Domingo XXV do Tempo Comum – ano A – 20 de setembro de 2020
A nossa reação imediata a esta afirmação seria: às vezes ou depende das situações (a perdoar). Somos frágeis e limitados. Somos peregrinos, estamos em andamento, a caminhar.
Domingo XIV do Tempo Comum – ano A – 13 de setembro de 2020
«Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?» Pistas de reflexão para o XIV Domingo.
Domingo XXIII do Tempo Comum – ano A – 6 de setembro de 2020
O amor é o fator essencial e imprescindível no ser humano. Não é a biologia! Nem a vontade! Nem a liberdade! Sim, também são dimensões que interagem e que nos humanizam, permitindo a construção da sociedade.
Domingo XXII do Tempo Comum – ano A – 30 de agosto de 2020
“E vós quem dizeis que Eu?” Ressoa ainda a pergunta feita aos discípulos, momentos antes, proclamada há oito dias na Eucaristia, através da qual Jesus espera de nós uma resposta pessoal e comprometida. Pedro ajuda-nos.
Domingo XXI do Tempo Comum – ano A – 23 de agosto de 2020
Os discípulos, mesmo que tenham filtrado a informação, não se comprometem com o que é dito pelas pessoas do povo: «Uns dizem que é João Baptista, outros que é Elias, outros que é Jeremias ou algum dos profetas».
Domingo XX do Tempo Comum – ano A – 16 de agosto de 2020
Jesus, com os Seus apóstolos, continua a percorrer cidades e aldeias, vilas e lugarejos. Desta feita para os lados de Tiro e Sidónia, lugares pagãos e, por conseguinte, sinal que Jesus não se limita às fronteiras do judaísmo.
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora ao Céu – 15 de agosto
Em Maria, Mãe de Jesus, cumprem-se as promessas de Deus. N’Ela vem habitar a força do Espírito Santo, assumindo-A por inteiro, para Se tornar, com o Seu sim, Mãe do filho de Deus, do Deus connosco. A morada de Deus entre os homens é, antes de mais e por maioria de razão, Maria, desde sempre escolhida, desde sempre consagrada para ser a Mãe do Messias.
