Esta imagem tem servido de inspiração para alguns alertas feitos em Igreja, como barca, a barca de Pedro, no meio de um mar revolto, entranhada no mundo e em correlação com o contexto social, cultural e político de cada tempo.
Domingo XVIII do Tempo Comum – ano A – 2 de agosto de 2020
Os discípulos concluíram rapidamente que era insustentável fazer com que cinco pães e dois peixes desse para tanta gente! Jesus toma o nosso contributo e multiplica-o.
Domingo XVII do Tempo Comum – ano A – 26 de julho de 2020
O reino dos Céus é semelhante a uma rede que, lançada ao mar, apanha toda a espécie de peixes. Logo que se enche, puxam-na para a praia e, sentando-se, escolhem os bons para os cestos e o que não presta deitam-no fora.
Domingo XVI do Tempo Comum – ano A – 19 de julho de 2020
O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio.
Domingo XV do Tempo Comum – ano A – 12 de julho de 2020
A semente lançada à terra, a Palavra de Deus em nós semeada, há de produzir cem, sessenta, trinta por um, se nos tornarmos terra fértil… A um tempo também nós somos terra pedregosa… terra com muitos espinhos, também nós não deixamos que a semente fique a meio do caminho!
Domingo XIV do Tempo Comum – ano A – 5 de julho de 2020
Jesus apresenta-Se sem artifícios, sem exército nem poder, sem vestes esplendorosas, mas na simplicidade de um camponês, qual pastor despojado do excesso para andar mais depressa e acompanhar o rebanho, indo à frente, vindo atrás, correndo.
Domingo XIII do Tempo Comum – ano A – 28 de junho de 2020
«Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim».
Domingo XII do Tempo Comum – ano A – 21 de junho de 2020
«Não tenhais medo dos homens, pois nada há encoberto que não venha a descobrir-se, nada há oculto que não venha a conhecer-se. O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao ouvido proclamai-o sobre os telhados. Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma».
Domingo XI do Tempo Comum – ano A – 14 de junho e 2020
A ternura e a compaixão, a misericórdia e o amor. A postura de Jesus é permanente, amar, gastando-Se por inteiro, por ti e por mim, por todos, sem reservas nem condições. Não vem para quem é bom. Vem para todos, chamar a todos, a começar por aqueles que mais precisam, que se sentem mendigos do amor de Deus, necessitados que se querem “preencher” de Deus.
Solenidade do Corpo de Deus – 11 de junho de 2020
Sessenta dias depois da Páscoa, em quinta-feira, em ligação à quinta-feira santa, Última Ceia, na qual decorreu a instituição da Eucaristia, a celebração do Corpo e Sangue de Jesus Cristo, numa tradição que recua até ao século XIII, com o propósito de reafirmar a presença real de Cristo nas espécies consagradas do vinho e pão.
