Evangelizar, é a nossa vocação prioritária e essencial que decorre da nossa condição de batizados, discípulos de Jesus. Anunciar a Boa Nova aos pobres, a todos aqueles cujo coração está disponível para acolher. Maria, Mãe de Jesus, é, desde logo, um modelo de acolhimento à misericórdia divina: eis, faça-Se em mim, o que é da Tua vontade! Ainda que nem tudo compreenda! Mas o mistério é mesmo assim, exige perguntar e tentar compreender, mas no final o que importa verdadeiramente é acolher e viver o próprio mistério, deixando-nos surpreender pela Sua vinda.
Domingo V do Tempo Comum – ano C – 2025
O evangelho faz-nos descobrir Jesus como Mestre da sensibilidade. Nos homens mais rudes, Ele garimpa tesouros. Jesus passa de uma à outra margem. Entra na nossa vida, vem para o nosso lado. Sobe ao barco para nos ver a todos. Ensina-nos muitas coisas, sobretudo a dar valor ao que nos une aos outros, amando, perdoando, valorizando o que há de melhor em nós.
Festa da Apresentação do Senhor – 2025
Passaram 40 dias do Natal, celebração do nascimento de Jesus. Conforme a tradição religiosa dos judeus, o Menino é levado ao Templo para em Seu nome ser oferecido, mediante as possibilidades da família, um par de rolas ou duas pombinhas. O acontecimento sublinha a fé dos pais e a pertença ao Povo da Aliança. A criança é apresentada no Templo, é confiada a Deus. Deus é chamado a proteger a criança como protege todo o povo e todos aqueles que na docilidade do coração acolhem a Sua vontade.
Domingo III do Tempo Comum – ano c – 2025
Hoje somos nós que estamos naquela Sinagoga! HOJE temos os olhos fitos em Jesus, os olhos e os ouvidos. Hoje: a Lei do Senhor, mas muito mais, a Sua graça. É um Ano feliz, santo, benfazejo, porque Deus está no meio de nós, já não apenas em palavras e promessas, mas na Palavra, em Jesus Cristo, que vive no meio de nós e se esconde (especialmente) nos mais pequeninos que colocou na nossa vida, para amarmos e servimos e para aprendermos a ser irmãos.
Domingo II do Tempo Comum – ano c -2025
A festa decorre normalmente. Os noivos estão felizes da vida, talvez um pouco ansiosos, falando com uns e com outros, preocupados em que tudo corra bem e todos se sintam felizes. Do mesmo jeito, os seus pais mal apreciam a comida e a bebida para se assegurarem que nada vai faltar aos convidados.
Festa do Batismo do Senhor Jesus – ano C – 2025
Enquanto levanta o olhar, o coração, a vida e o mundo para Deus, o céu abre-se e o Espírito Santo assume a forma corporal de uma pomba. E faz-se ouvir uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência».
Domingo IV do Advento – ano C – 2024
A Boa Nova – Encarnação de Deus, nascimento de Jesus, Deus feito Homem, Páscoa – é o maior motivo da nossa alegria, reforçam-na, moldam-na e fazem-na explodir no anúncio a todos. Chamamento e envio: somos discípulos missionários, chamados a deixar-nos contagiar pela proximidade a Jesus e enviados a difundi-l’O em toda a parte
Domingo III do Advento – ano C – 2024
«Alegrai-vos sempre no Senhor. Novamente vos digo: alegrai-vos. Seja de todos conhecida a vossa bondade». O terceiro Domingo do Advento é conhecido como Domingo da Alegria (Gaudete) e a liturgia da palavra dá-nos o fundamento e as razões para tal alegria.
Domingo I do Advento – ano C – 2024
A oração com que iniciamos a Eucaristia compromete-nos com a súplica que fazemos. Pedimos ao Senhor que desperte em nós a vontade de nos prepararmos firme e decididamente para ir ao encontro de Cristo. Essa preparação passa pela prática das boas que nos colocam no encalço da vida eterna. Chamados um dia à Sua direita, preparamo-nos, aqui e agora, no tempo e na história do mundo, para que quando chegar essa hora estejamos já moldados para sermos recebidos e assumidos definitivamente pelo Senhor da Vida.
Solenidade de Cristo Rei do Universo – ano B – 2024
O fim e o início têm em comum a soberania de Deus. Terminamos o ano litúrgico com a solenidade de Cristo Rei do Universo, iniciando, no próximo domingo, um novo ciclo, um novo ano litúrgico, com o primeiro domingo do Advento. Tudo se orienta para Deus. De Deus tudo parte, tudo nasce, tudo existe, e a Deus tudo se confia, tudo se Lhe entrega.
